Políticos de Esquerda e Direita (Políticos Ambidestro) e seus capachos, lambedor de coturno, paga pau ou Gados não merecem misericórdia e nem clemência. Se fosse nos anos 90 até entenderia a burrice ou histeria coletiva, mas a metade da população tem acesso à informação, tem acesso ao conhecimento. Qualquer pessoa pode aprender qualquer coisa, podem entender questionamentos e rever a história, dessa forma o passado não se repetiria, bando de P.C QUE Escolheram a burrice.
OUTRO PROBLEMA:
Dados recentes indicam que, em 2023, 87,8% das pessoas mortas por intervenções policiais no Brasil eram negras, totalizando 2.782 vítimas entre 4.025 casos registrados. Embora os números completos de 2024 ainda não estejam disponíveis, informações preliminares apontam para uma continuidade dessa tendência. Por exemplo, no estado de São Paulo, houve um aumento de 83% no número de pessoas negras mortas por ações policiais nos primeiros oito meses de 2024, em comparação com o mesmo período de 2023. Além disso, a Bahia liderou o ranking de letalidade policial em 2023, com 1.702 mortos, dos quais 1.321 eram negros, representando 94,6% das vítimas.
É importante notar que os dados completos referentes a 2024 e 2025 ainda não foram divulgados oficialmente. No entanto, as estatísticas disponíveis até o momento sugerem que a violência policial continua afetando desproporcionalmente a população negra no Brasil.
O fim da Polícia Militar, por si só, não resolveria o problema da violência policial contra negros, pois essa questão está profundamente enraizada em fatores estruturais, como racismo sistêmico, desigualdade social e falhas na segurança pública. No entanto, mudanças na estrutura da polícia poderiam contribuir para uma abordagem mais justa e eficiente. Algumas alternativas que especialistas propõem incluem:
1. Desmilitarização da Polícia – A polícia brasileira tem um modelo militarizado que incentiva a lógica do confronto, o que pode aumentar a letalidade policial. A transição para uma polícia de caráter civil, focada em policiamento comunitário e direitos humanos, poderia reduzir os abusos.
2. Revisão das Políticas de Segurança Pública – Investir em inteligência policial, redução da letalidade e maior controle sobre o uso da força poderia evitar mortes desnecessárias.
3. Combate ao Racismo Estrutural – Reformas que promovam diversidade na corporação, treinamentos sobre racismo e mecanismos mais rigorosos de punição para agentes que cometem abusos podem reduzir a violência policial contra negros.
4. Maior Controle e Transparência – Fortalecer corregedorias independentes, garantir investigações rigorosas sobre homicídios cometidos por policiais e promover participação da sociedade civil no controle da segurança pública.
5. Investimento em Políticas Sociais – A violência policial afeta mais as populações marginalizadas. Reduzir desigualdades por meio de educação, emprego e inclusão social poderia diminuir a vulnerabilidade dessas comunidades à repressão violenta.
O debate sobre a desmilitarização da PM existe há décadas no Brasil, mas ainda há resistência. Muitos especialistas argumentam que o problema não é apenas a estrutura militar, mas também a cultura institucional da polícia e a falta de reformas na segurança pública.